Conectar pessoas de namoro

Nenhum dos itens citados é absolutamente necessário em um chat namoro, mas sem dúvidas ajudam muito na hora de filtrar e atrair pessoas compatíveis com você. Lembre-se que o importante aqui é mostrar o seu melhor, sem mentir, mas também sem listar todos os seus defeitos. É impossível começar a lista de app de namoros sem citar o Tinder. O aplicativo mais famoso sobre o assunto popularizou o conceito de 'match' (conectar duas pessoas que possuem interesse mútuo) e inspirou uma série de outras ferramentas de relacionamento. O seu uso é bastante intuitivo. O aplicativo é criado para aqueles que ansiam por conversas significativas com pessoas, na era das mensagens instantâneas. Esperamos conectar pessoas ao redor do mundo, em um ritmo mais lento porém melhor – uma carta de cada vez. Conheça um novo amigo postal, escreva sua carta & coloque um selo - comece a conectar-se ao mundo com SLOWLY! Conectar pessoas é uma das principais funções da internet. Chats, fóruns, redes sociais… são tantos os meios que podemos usar para conhecer gente nova e interessante, que, por vezes ficamos ... LOVOO é uma comunidade para conversar e conhecer pessoas. Descubra no radar pessoas da sua área e encontre novos amigos ou um grande amor. Mais de 88 milhões de usuários estão no POF para se conectar, flertar e compartilhar entre si, resultando em 10 milhões de conversa por dia! Crie uma conta e conheça pessoas da sua região de graça! Enfim, você não precisa ter receio de baixar os aplicativos de namoro, já que são consideradas ferramentas úteis para se conectar com outras pessoas solteiras. Se alguém quiser um compromisso sério, em algum momento vai manifestar a vontade de marcar um encontro para conhecer melhor um ao outro. Serviço de namoro online 100% gratuito para solteiros. Use esta pesquisa para se conectar com milhões de pessoas buscando o amor no POF! A partir de agora, a maioria das pessoas usa esse aplicativo de namoro chamado OkCupid para encontrar suas almas gêmeas. Além disso, eles parecem encantados com o OkCupid. Ao comparar essa ferramenta de namoro com outros aplicativos, você descobrirá que esse aplicativo de namoro segue uma abordagem tradicional. Scruff é um aplicativo de namoro que você pode usar para conectar-se com pessoas que estão próximas ou mesmo em todo o mundo. Com mais de 12 milhões de usuários à procura de possíveis datas nesta rede social, você terá acesso aberto a boa parte do pool de namoro de homens gays, bissexuais, trans e queer.

Às vezes dá vontade de conhecer uma pessoa só pelo prazer e pela luxúria mesmo

2020.09.02 07:23 ShadowGhoulATK Às vezes dá vontade de conhecer uma pessoa só pelo prazer e pela luxúria mesmo

Conta throwaway por razões óbvias, eu sou um rapaz de 22 anos que não tem muito sucesso em relacionamentos e tem muitos problemas pra se abrir, "ter atitude" de chegar em uma guria para conversar e conhecer, o resultado dessa aversão ao risco é que eu nunca tive um namoro de fato e ainda sou virgem. Eu sempre fui uma pessoa mais de querer namorar alguém, conhecer, realmente se conectar, mas a verdade é nunca ter tido sexo na minha vida me incomoda muito.
Eu vejo meus amigos sendo tão abertos com isso, conhecendo pessoas, fazendo sexting com elas, tendo suas noites de prazer e me dá vontade de fazer isso também, conhecer uma guria aberta a tal proposta (pois é patético simplesmente sair panfletando pênis sempre que vê um Nick feminino), só pela carne mesmo, eu quero sentir isso (e não, nunca fui a puteiro e nem tenho condição de ir agora sem emprego).
Bem, desculpem-me se esse não é o lugar pra esse tipo de postagem, mas é algo que martelou minha cabeça a noite toda.
submitted by ShadowGhoulATK to sexualidade [link] [comments]


2020.06.08 00:33 minhyaa1226 A TRÁGICA VIDA AMOROSA DE UMA ADOLESCENTE

Oioi Editores Luba gatas alma do fodrigo e turma que está a veler, tenho 14 anos e eu fiz um tipo de promessa com meu melhor amigo, nós prometemos não se envolver com ninguém romanticamente até nossos 20 anos, eu sei meio idiota, até porque somos adolescentes é meio impossível evitar que isso aconteça, tanto que uma semana depois eu disse que tava apaixonada, (ai meu Deus eu sou muito emocionada, eu não posso evitar, gosto de me conectar com as pessoas e quando vou ver tô me envolvendo de um jeito que eu não planejava e muito menos esperava) apesar de tudo eu tô tentando não me relacionar sério com essa pessoa, nem com ninguém, eu me considero uma pessoa bem decidida até, é difícil me fazer mudar de ideia sobre qualquer coisa, então eu tentei me manter firme na meta de ser feliz sozinha, acho que minha vida toda eu fiquei procurando alguém para me fazer feliz, sempre queria um relacionamento para estar bem cmg mesma, e isso acabou me trazendo algumas decepções, sempre que eu me sentia bem com a companhia de alguém já dizia estar apaixonada, comecei alguns relacionamentos assim e acabei tento experiências ruins, eu já namorei 2 vezes na vida, mas foram dois relacionamentos totalmente diferentes um do outro, o primeiro foi bem inocente, ficamos juntos por um ano e uns meses, nos conhecemos na igreja, só uns amigos nossos sabiam desse namoro, quase não nos víamos direito, era quase um namoro a distância, nós terminamos pq eramos mas amigos do que outra coisa, eu não via essa pessoa como um amor para a vida, era bom estar com ela então eu estava, acho que era recíproco esse sentimento, acabamos como amigos por um bom tempo, mas nos afastamos de vez não sei pq, mas sei que vou levar essa pessoa para a vida e eu a amei de vdd, meu segundo relacionamento,( não vou mentir, me arrependo, [tento não pensar assim pois foi uma experiência] mas enfim), ficamos juntos por uns 4 meses, foi tudo muito rápido, o começo e o fim, a gente se gostava, eu fui forçada a me declarar para ele por uma amiga minha (que por acaso era ex e atual melhor amiga desse ser), nós começamos a namorar tipo do nada, em um dia eu tava com medo de me declarar no outro ele me pediu em namoro na saída da escola , eu não queria começar td tão rapidamente mas quando fui ver estávamos com aliança, ele disse que me amava sem ao menos me conhecer, eu achei estranho mas me neguei a ouvir meu cérebro e só foquei na minha "paixão", nós mal nos conhecíamos não tinha como dar certo, eu acredito que o namoro é para nos conhecermos, mas isso só acontece quando vc já tem uma conexão com a pessoa e eu não tinha nenhuma conexão, só o fato de eu achar ele bonito e interessante e fui correspondia, não significa que é amor, nós não conversávamos direto, não sabíamos nada um sobre o outro, isso me fazia mal, eu tentava mas ele sempre cortava o papo, terminamos uma vez pq a mãe dele não queria ele namorando cmg, depois ele pediu para voltar pq "não conseguia ficar sem mim", eu voltei porque achava que ele era oq eu precisava para ser feliz, mas eu não estava feliz com ele, assim que eu percebi que não estava me fazendo bem toda aquela situação que eu me coloquei, decidi conversar com ele para ver se conseguia mudar isso e também para ver se algo estava incomodando ele assim como estava me incomodando, mas para ele estava tudo bem, tudo certo, porque de acordo com ele " a gente se ama " logo tudo está perfeito, na verdade eu nem sabia se ele me amava mesmo ou se era só da boca para fora(provavelmente), enfim nós terminamos. Eu tenho muito medo de me encontrar na mesma situação que antes, mas acho que estou amando de novo, mas dessa vez é de verdade sei que é amor não só uma paixão de momento ou uma amizade camuflada, eu tô com medo de estragar tudo, tô evitando ao máximo um relacionamento sério, mas é oq eu quero, sou bem emocionada e apaixonada, posso tentar esconder isso de mim mesma mas eu sou assim e eu estou apaixonada e espero que dê tudo certo (se não der também td certo vida que segue kkkk). Enfim lubinha do meu core essa foi a minha história queria saber eu fui a babaca por não achar que ele me amava e terminar "sem mais nem menos" ou ele foi o babaca ou ninguém foi o babaca?? é isso bjus <3
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submitted by minhyaa1226 to TurmaFeira [link] [comments]


2020.03.11 00:37 Idalen Queria fazer novos amigos

Texto longo e provavelmente incoerente, eu só quero jogar o que sinto para fora.
Faz um ano que vim para São Carlos, interior de São Paulo, o que foi um presságio de algo muito bom já que finalmente eu iria começar o curso de computação em uma universidade de excelência e etc e tals. Tudo parecia estar no caminho certo. Mas não está sendo fácil como eu achei que seria.

Minha Adolescência

Anteriormente eu morava em Itabuna, na Bahia, onde passei da minha infância até os 17 anos, inclusive os anos da adolescência. Ah, os anos entre os 15 e os 17. Parece um período curto de tempo, afinal, são apenas 3 anos. Porém, foram os anos em que eu mais me senti vivo em toda a minha vida.
Neles, fiz minhas amizades mais afetuosas, as quais mantenho até hoje, apesar da distância e que carrego com muito carinho na minha memória. Tínhamos bastante coisa em comum e eles me consideravam bastante, portanto isso sempre me trouxe um sentimento de pertencimento muito forte e seguro. Eu sempre fui meio fechado e tenho certa dificuldades de fazer amigos, tê-los encontrado é uma das coisas que me deixa grato ao acaso até hoje.
Além disso, foi o período em que comecei a me aproximar do meu pai. Nós sempre tivemos uns desentendimentos (principalmente em relação a ele e minha mãe serem divorciados), mas no final desses anos comecei a vê-lo como amigo, o que mudou muito meu afeto por ele. Também me aproximei mais dos meus irmãos pequenos, na medida em que eles cresceram. Fico triste em passar o tempo de todo dia sem poder compartilhar um minuto com eles.
Outro ponto marcante desse período foi o meu primeiro (e último) namoro e amor. Era uma relação extremamente caótica e complicada, mas eu nunca havia sentido aquilo antes, aquela intensidade, a sensação de que tudo podia acabar e estaria tudo bem. Certamente, esse amor foi a coisa mais pura e danosa que já senti em toda a minha vida. Confuso e conflitante, bagunçou minha cabeça e reverbera até hoje. Mas bem, foi adorável.
Apesar dessas memórias, que são boas de certa forma, eu também sei que minha adolescência foi o período mais caótico e triste da minha vida. Eu vivia entalado de pensamentos niilistas, me sentia sem objetivos o tempo todo, odiava a escola, vivia tendo problema com meu pai e a minha namorada, minha mãe desenvolveu um quadro de depressão complicada e a morte do meu avô.
Foi certamente a fase mais complicada da minha vida, mas mesmo assim, eu a vejo como se fosse o auge. Fiz meus melhores amigos, meu maior amor, conheci minhas bandas preferidas até hoje, defini quem eu sou até hoje, meus gostos, meus comportamentos, minhas opiniões. É como se eu só me sentisse eu depois dessa fase, mesmo ela sendo tenebrosa. Esses 3 anos(2015-17) pareceram muito mais longos do que os últimos 3 (2018-20), é como se eu tivesse vivido mais.
E aí entra o presente.

(Um pouco antes do) Presente

Bem, logo após o ensino médio, a maioria dos meus amigos foram para outra cidade e os que ficaram tomaram rumos diferentes do meu. Eu fiquei fazendo o pré-vestibular, até que ocorre o término com a minha ex depois de muitas turbulências. Então decido morar com a minha mãe e fazer um cursinho em Vitória da Conquista -BA.
O ano do cursinho foi bem insosso, eu passei ele inteiro praticamente estudando para passar no vestibular. Além disso, eu também desenvolvi muitas reflexões que me ajudaram a ajeitar alguns conflitos internos que surgiram anos antes (obrigado existencialismo e Antídoto ). No final do ano, fui passar dois meses em Campinas -SP para fazer as provas de vestibular. Eu realmente sentia que passar numa faculdade de excelência fosse a forma de me redimir com meus pais por não ter dado valor aos estudos durante o ensino médio. Era como se fosse minha obrigação por ter vindo de uma família onde meus pais sempre me apoiaram de todas as formas possíveis.
Já em Campinas, eu passei 2 meses sozinho em uma cidade onde não conhecia ninguém. Acho que foi o tempo em que me senti mais triste. Fiquei meio que 2 meses inteiros sem fazer nenhum contato com ninguém que não fosse a atendente do mercado onde comia. Eu não tinha ânimo para estudar nem fazer nada inclusive coisas que eu sempre gostei como games e filmes.
Eu sempre fui meio deprê e pessimista, esse tempo intensificou bastante essas características. Olha, eu realmente sei que meus problemas não são os dos mais sérios, que tem muita gente que sofre mais do que eu e que eu sou só um garoto de classe média extremamente mimado que nunca teve nenhum problema real na vida. Eu realmente não tenho o direito de estar depressivo. Mas eu estava de qualquer forma, eu não conseguia fugir disso.
Depois das provas, voltei pra Bahia, foi muito bom estar de volta e umas das minhas férias mais felizes. Em meados de janeiro, fui aprovado pela Fuvest. De cabelo raspado e com todos os meus amigos e familiares, posso dizer que foi um ótimo momento (apesar de ter durado um pouco menos de um mês). Após isso, fui para Ribeirão Preto -SP, de onde fui para São Carlos depois, onde estou até agora

(Agora sim o) Presente

A princípio tudo parecia ótimo, iria morar só e fazer o curso que eu queria. Bem, se passaram quase dois anos e eu me sinto um fracasso. Sou um fracasso na faculdade, não consigo estabelecer relações sociais com quase ninguém e também não consigo ser participativo em nenhum projeto ou atividade. Eu sou inseguro demais, sinto meu corpo tosco demais e minha mente estúpida demais.
Sinto como se todos os meus colegas estivessem um passo na minha frente dentro do curso, todos tem experiências prévias e sempre parecem super interessados nos estudos. Eu gosto das matérias no geral, mas não tenho esse anseio por conhecimento nem acho uma derivada algo maravilhoso. Sempre fui mais interessado em músicas, filmes e filosofia (também tecnologia, mas não no nível da galera do curso). Coisas como essa me trazem uma dificuldade enorme de me aproximar dos meus colegas de sala.
Eu também nunca fui de beber e ir em festas no estilo festas de república. Isso me faz me sentir meio descolado. Tentei ir em algumas aqui com uns colegas mais próximos, mas eu não consigo me sentir pertencente a essas atividades. Eu nunca cheguei em uma garota em toda a minha vida (não que eu seja virgem ou frustrado com mulheres por causa disso), mas com todas as garotas com quem eu fiquei havia um envolvimento emocional que me fazia sentir atraído e confortável. Isso não existe nos flertes das festas. Fiquei apenas com uma garota até agora e eu nunca conversei normalmente com ela. Eu me sinto tão estranho e tão reprimido por causa disso. Eu realmente queria poder me curtir esse ambiente sem me sentir estranho.
As amizades que eu fiz até agora eu separo em dois tipo: Os festeiros. São aqueles que adoram ir em festas, se embebedar, dançar e ficar com pessoas. Coisas que eu não gosto de fazer mas tento para me sentir enturmado. E os nerds incel. Beleza mano, eles tem um lado legal e tals, mas eu detesto esses caras que acham que uma mulher é vagabunda por que ela fica com mais de um numa festa. Isso me deixa extremamente revoltoso, mas eles são as únicas pessoas que consegui me conectar aqui. No total, são umas 8 pessoas.
Geralmente passo o tempo só em casa, o único lugar que gosto nessa cidade. Vejo filmes, tento compor umas músicas, estudo. Mas sinto muita falta de ter amigos próximos como foram os do ensino medio, de estar próximo dos meus irmãos e dos meus pais diariamente, de estar seguro em um amor com alguém, de conhecer a cidade onde moro, de não me sentir tão só.
Eu só queria ter amigos aqui, no fundo no fundo. Um texto enorme não teve utilidade alguma, mesmo que eu me sinta mal, eu nem deveria me sentir. Eu só queria ter um certo prazer de estar vivo. Sinto como de estivesse gastando meu tempo aqui de forma descontrolada. Obrigado a quem leu até aqui.
submitted by Idalen to desabafos [link] [comments]


2019.06.25 20:19 N7waynner Me sinto vazio

Essa talvez seja a palavra que mais se encaixa em como eu me sinto. Quando mais novo eu achava que eu era apenas sozinho pelo fato de ser meio introvertido, mas depois de um tempo notei que o que eu sinto é simplesmente... nada.
Não consigo mais me conectar as pessoas de forma significativa, acredito ter sido esse um dos grandes responsáveis por um termino de namoro de mais de dois anos, e com uma mulher linda. Ela terminou e eu não senti nada, não tentei conversar, não insisti em uma segunda chance.
Tenho um bom emprego, um bom salário, reconhecimento, e mesmo assim não sinto empolgação com a minha situação.
Tento conhecer alguém pelos aplicativos, tudo desenvolve muito bem, mas depois de um tempo eu perco o interesse, a pessoa para de conversar e eu paro de me importar com aquilo.
Entretanto nos últimos tempos eu estou notando isso de forma ainda mais evidente em minha vida, todo esse vazio, afastamento, e de certa forma estou me sentindo triste por isso.

Enfim, apenas gostaria de estar conversando sobre isso.
submitted by N7waynner to desabafos [link] [comments]


2018.11.19 19:12 Engracaded [LONGO] Preciso desabafar sobre o término do meu namoro com vocês

História longa, mas não tenho mais ninguém com quem falar e estou absolutamente sem chão. Quinta feira, no feriado, em um acesso de raiva terminei com a pessoa com quem eu mais me identifiquei na vida e estou arrasado. Vou contar a história por trás disso:
PARTE 1:
Em meados de Agosto, uma pessoa invadiu uma conta minha e fez um perfil fake no Instagram com fotos minhas sem camisa. Essa pessoa começou a mandar mensagens pra minha namorada assediando-a moralmente. Eu resolvi capturar o IP da pessoa, e pra isso eu pedi a senha dela do Facebook. Com essa senha, eu também acessei o Instagram dela e fiquei de olho pra ver se a pessoa ia criar mais alguma conta pra mandar mensagem pra ela, ou criar outro fake meu. Deu tudo certo, a pessoa parou de nos encher.
Com a senha do Instagram dela, fiquei acessando frequentemente ele. Nesse ponto, confesso que queria ver quem tava curtindo foto dela, comentando coisa indecente, etc, mas, confiante nela, jamais imaginei que iria ver o que um dia eu acabei vendo.
Começo de Outubro: vi que ela tinha postado um stories cantando uma música do Criolo. O instrutor da academia dela (que trabalha no período da manhã na academia, horário em que eu trabalho) respondeu "Criolo! Aí sim" (ou algo do tipo) e ela respondeu "lembrei de você mesmo kkk". Cheguei da faculdade e abri o Instagram dela no meio dessa conversa aí. Conversa vai, conversa vem, ele pergunta "O que você gosta de fazer?" e neste exato momento o Instagram foi desconectado. Verifiquei se havia acesso ao Facebook ainda. Tudo certo. Ela estava na casa dos avós dela nesse dia, então corri pra lá sob o pretexto de não ter o que jantar. Peguei o celular dela enquanto ela preparava janta e ela tinha respondido: "Gosto de ver filme e tomar vinho", no exato momento em que ela trocou a senha. Reativei o acesso ao Instagram pelo Facebook, voltei pra casa e vi o resto da conversa. Ao longo da conversa ela o chamou de "fofinho" e ele a chamou de "neném". Além disso, quando ele falou que ia dormir, ela disse "vá para os braços de Morfeu" e ele respondeu "queria ir pra outros braços". Interpretem como quiserem isso aí.
Fiquei com o coração na mão e passei pela maior crise nervosa da qual eu tinha memória. No outro dia, fomos pra academia e eu tentei disfarçar o quanto eu tava nervoso. Assim que a deixei em casa, ela mandou mensagem pra ele, imediatamente: "dormiu lindamente?". Ele respondeu no final da tarde, porque aparentemente tinha tirado um cochilo à tarde. Minha namorada trabalhava no Shopping da cidade, e como o Shopping fica ao lado da minha faculdade, eu sempre vou lá umas 18h pro horário de intervalo dela. Nesse dia, obviamente, falei que não conseguiria ir. No exato momento, ela mandou mensagem pra ele chamando pra ele ir lá se encontrar com ela. Ele não pôde porque estava indo pra aula, então ela o chamou pra se encontrar com ela em um barzinho, pro qual ela iria com um primo dela. Antes de ela ir, eu a perguntei se ela iria só com o primo dela, pra ver se ela teria coragem de me contar, e ela disse que sim. No final das contas, o instrutor acabou não indo.
Fiquei ainda mais fudido da cabeça com isso aí... e se ele tivesse ido? O que teria acontecido?
Enfim, no outro dia ela disse que iria pra academia de manhã, sendo que até então nosso hábito era ir à tarde. Falei pro meu patrão que eu tava passando mal e precisava sair, e avisei ela que tava indo pra casa pra ela passar lá antes de ir pra academia. Ela foi lá e eu não me segurei. Perguntei mais uma vez se ela tinha chamado mais alguém pra sair, e ela disse prontamente que não. Perguntei pra ela quem era esse cara com quem ela tava conversando. Aleguei que eu vi a conversa somente no dia em que eu fui pra casa dos avós dela jantar, ela ainda não sabia que eu havia reestabelecido meu acesso ao Instagram dela. Ela disse que era só um amigo. Perguntei se eles já tinham combinado de se encontrar fora da academia e ela confessou, meia-bocamente, que tinha ~cogitado~ de sair com ele no dia anterior. Nesse exato momento, terminei com ela pela primeira vez (ainda não contei que eu tinha lido a conversa).
Ela primeiramente aceitou com certo orgulho a decisão, mas pouco tempo depois voltou atrás e disse que iria cortar contato com ele e mudar de academia. Nisso fui fazendo mais perguntas (as quais eu sabia a resposta). Ela mentiu sobre absolutamente tudo. Nisso fiquei tão nervoso, mas tão nervoso, falei muita coisa que não devia e tivemos uma briga terrível. Contei pra ela que tive acesso à conversa dela e que não queria mais. Bloqueei-a em todos os meios possíveis de contato. Ela insistiu muito, muito depois, mas começou a me culpar pela minha reação e por eu ter acessado as conversas dela. Tudo que ela dizia era em relação à reação que eu tive, tentando mudar o foco do problema que tivemos (mentira, alteração da realidade e mudança de foco, gravem isso). Como forma de nos reatarmos, ela jurou me dar acesso às redes sociais dela, inclusive Whatsapp, não malhar mais sem minha companhia e bloquear o instrutor de tudo quanto é forma possível. Por pena, decidi perdoá-la, mas não consegui confiar nela depois.
PARTE 2: Depois de havermos reatado, ela me pediu pra manter acesso privativo pelo menos ao Whatsapp dela. Acatei, porque achei que viver sem privacidade absoluta é uma coisa muito séria, e quando fizemos nosso acordo foi de cabeça quente.
Um dia estávamos em um bar e ela foi ao banheiro e deixou o celular. Peguei o celular e fui ver com quem ela estava conversando. Ela voltou do banheiro, me viu com o celular e ficou SUPER chateada. Entramos em uma discussão relativamente branda, na qual ela me perguntou se "valeu a pena" ter estragado nossa noite mexendo no celular dela. Nisso, eu respondi "não valeu agora, mas antes valeu porque eu descobri ela marcando encontro escondido com outro cara". Ela ficou sem palavras e foi embora. No outro dia, fiquei com remorso (afinal, eu tinha prometido perdoar ela) e fui atrás dela. Mandei mensagem cedo falando pra me avisar quando pudesse conversar. À tarde, perguntei, nessas palavras: "quer lanchar comigo ou ainda não tá afim de conversar?" e ela não me respondeu. À noite também não me respondeu. Liguei pra ela e cobrei uma posição dela, no que ela me respondeu "Você nem me chamou pra conversar!". Nisso aí eu fiquei puto, mas muito puto e falei pra ela exatamente sobre meu convite pra lanchar. Nisso ela me respondeu "Você me chamou pra lanchar, não pra conversar". Fiquei tão possesso de raiva que terminei com ela de novo. Foi humilhação demais pra mim.
Uma semana depois chamei ela pra conversar e confirmei o término. Disse que eu ainda não tinha condições de confiar nela e que estava cansado da mania dela de mudar o foco das nossas discussões, além de mentir e manipular a realidade, o que ela sempre fez ao longo dos nossos 3 anos juntos. Isso na quinta feira. Bloqueei em tudo novamente.
No domingo, não me contendo de saudade, voltei à casa dela e tentei discutir uma forma de voltarmos à paz. Ela tinha elaborado um questionário caso a gente tentasse reatar, e me dispus a respondê-lo. Nisso, veio à tona um assunto que haviamos discutido antes: a vontade dela de fazer um ensaio nu e postar no Instagram, o que eu absolutamente não admito. O diálogo foi exatamente esse, onde eu disse que "não gostaria de ver minha namorada nua nas redes sociais pra todos verem" / "mas você não manda em mim" / "eu mando em mim, e eu não vou aceitar isso" / "quer dizer que você não aceita eu tirar foto pro meu Instagram?" / "Não é sobre tirar foto." / "Você não aceita eu tirar foto e postar, então?"
Fiquei puto de novo (mentira e manipulação da realidade). Não é sobre isso, ela postava, e ainda posta, mil fotos no Instagram todo dia. O problema é o ensaio nu! Pra mim é um absurdo passar por cima de algo tão pequeno, que me incomoda, por conta de vaidade. Pura vaidade. Vamos entrar no assunto da vaidade logo logo. Enfim, nesse momento eu levantei da cama dela e fui embora, já não aguentava mais tanta raiva.
Nessa hora ela surtou, pegou uma faca e começou a se cortar. Nessa hora, nesse momento, eu vi o quanto isso tava fazendo mal pra nós dois. Fiquei ao lado dela até ela se acalmar e me entendi com ela da seguinte forma: nós queremos ficar juntos, nós tivemos nossos erros, vamos aprender com eles e voltar ao namoro que tínhamos antes de toda essa confusão. Ela concordou. Combinamos que quando eu me sentisse inseguro, eu pediria pra ver o celular dela e ela me mostraria. Passamos, incrivelmente, duas semanas de um namoro maravilhoso, até a fatídica quinta feira passada.
PARTE 3 Até então ela havia mudado a senha do Facebook e do Instagram dela, passando por cima do nosso combinado. De forma a restaurar o namoro que tínhamos antes de tudo isso, acatei essa decisão e resolvi me preservar. A senha do celular dela também tinha sido mudada, decisão que também acatei.
Na última quinta feira eu fiquei com o controle do portão da casa dela, o que não é usual. Avisei a ela que iria pra casa dela mais tarde. Mais tarde, ela me mandou um whatsapp: "tá vindo?" e eu não respondi, porque eu tava indo. Cabe ressaltar que sempre que eu vou pra casa dela eu buzino na porta e ela abre o portão de lá de dentro, pelo tal controle. Nesse dia eu só abri o portão e entrei (ela mora em um condomínio com quatro casas, então muita gente abre e fecha sempre). Cheguei na casa dela e juro que ouvi uma expressão de susto dela. Juro pela minha mãe.
Antes de continuar a história, um detalhe: ela sempre, a vida toda, deixou o celular do lado de fora do banheiro pra tomar banho. Sempre esqueceu ele nos lugares.
Nesse dia, eu cheguei e ela estava abraçada com uma gata dela. Eu sou alérgico, então pedi pra ela tomar um banho. Nessa hora, o celular dela tava ligado à caixinha Bluetooth, e a gente passou alguns minutos trocando de música. Sempre que eu pegava o celular dela pra trocar, ela o tirava da minha mão imediatamente. Enfim, ela foi tomar banho. Disse que enquanto ela toma banho, eu poderia conectar meu celular na caixinha. Sugeri a ela que ela deixasse o dela pra eu trocar de música por lá. Ela disse que não, pois no dela, ela que iria trocar de música. Se eu quisesse ouvir música, eu ligaria o meu. Contraditório... Nisso, ela pegou o carregador dela pra levar pro banheiro pra carregar o celular, que tava com a carga cheia. Matei a charada... ela não queria que eu ficasse perto do celular dela. Questionei o porque dela estar levando o celular pro banho e ela disse: "não confio em você perto do meu celular" (detalhe: em todos os dias antes deste, ela deixou o celular fora do banheiro quando ia tomar banho).
Lembra que tínhamos combinado que quando eu quisesse eu pediria pra ver o celular dela? Eu pedi e ela simplesmente disse "não, não vou deixar". Ela tava sentada no vaso nesse momento, quando ela decidiu fechar a porta do banheiro com o celular lá dentro. Falei pra ela não fechar a porta, porque, pra mim, ela queria apagar alguma coisa no celular dela. Ela ficou forçando a porta pra fechar de novo. Eu falando pra ela abrir e ela falando que não.
Falei que pra mim chega. Novamente, bloqueei ela de todas as redes sociais. Só que dessa vez ela me bloqueou também.
O QUE EU SINTO:
Até antes da parte 1 da história, tivemos um relacionamento à beira do perfeito. Tínhamos absoluta afinidade, cumplicidade, sinergia, e planos pro futuro. Todos sinceros, de coração.
Ela sempre clamou que se sentia presa aqui. Nossa cidade é no interior, relativamente pequena. Ela é uma ótima cantora e escritora, e tem que se sujeitar a trabalhar em uma empresa que não gosta pra receber salário mínimo, o que não dá pra fazer nada (ela tem carro e o dinheiro todo vai pra gasolina). Ela estava se sentindo sufocada. Ao meu ver a solução que ela achou foi conquistar curtida no Instagram, dar corda pra quem cobiça ela (ela é muito bonita) e tentar exercitar a vaidade dela acima dos outros talentos dela. Falei pra ela que no próximo ano eu iria me formar, que poderíamos sair daqui, investir em algo pra nos potencializar. Não, ela foi pro rumo da vaidade.
Ela é extremamente simpática e agradável. Todos os amigos com o quais tínhamos contato eram amigos principalmente dela. Claro, agora todos estão do lado dela.
Meus amigos todos têm relacionamentos sérios de longa data.
Eu estou profundamente triste, profundamente amargurado e sem rumo. Eu me sinto com uma capacidade enorme, sensibilidade, tenho boa aparência, sou jovem, falo quase 3 línguas fluentemente, mas não tenho um puto, ando numa motinha 2008 toda fudida e minha auto-estima tá no chão. Além disso, perdi todos esses amigos aí, que no momento nem sei que impressão têm da história.
Eu queria acabar com esse sofrimento, me realizar de alguma forma. A única coisa que me realizava ultimamente era esse namoro com essa pessoa que eu tanto gostei, somente pra descobrir que ela entrou numa espiral sem fim de vaidade. Que as curtidas no Instagram dela valem mais que fazermos um jantar juntos, tomarmos uma cerveja juntos.
Eu tô sem chão...
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